
Brazilian President Jair Bolsonaro shows a box of hydroxychloroquine to supporters outside the Alvorada Palace in Brasilia, on July 23, 2020. In a study published in "The New England Journal of Medicine", Brazilian researchers from 55 hospitals point out that hydroxychloroquine was not effective in treating COVID-19 in patients with mild and moderate cases. The study shows that, after 15 days of treatment, similar percentages of patients, who took hydroxychloroquine or not, were already at home "without respiratory limitations". The percentage of deaths was the same in all groups: 3%. / AFP / EVARISTO SA
Defensor do uso da hidroxicloroquina para tratar a covid-19, o presidente Jair Bolsonaro apareceu, nessa quinta-feira (23/7), mostrando uma caixa do medicamento para uma das emas com quem convive no Palácio da Alvorada.
Há três semanas, o presidente afirmou que foi diagnosticado com a covid-19 e que está usando a hidroxicloroquina, mesmo sem comprovação científica que funcione. Nessa quinta-feira, o maior estudo brasileiro sobre o tema reforçou que o medicamento não funciona contra a doença.
Relação conturbada
Devido ao isolamento necessário para não transmitir o novo coronavírus, o presidente vem trabalhando da Alvorada e, no final da tarde, costuma caminhar pelos arredores do local. Nesses passeios, ele acabou sendo bicado, por duas vezes, pelas emas quando tentou ter algum tipo de contato com o animal.
Mas, nessa quinta-feira, Bolsonaro quebrou o isolamento e passeou de moto. Sem utilizar máscara, o presidente conversou com funcionários da limpeza que trabalhavam no gramado do local. O uso da máscara é apontado por médicos como uma forma de evitar o contágio com o novo coronavírus.
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